Sessão 6 - Queridinhos

(sessão seguida de debate)
Entre a poesia de um mundo à beira do fim, a sinfonia das ruas de Copacabana e os personagens apaixonados pela música brega, quatro filmes celebram o extraordinário que habita o cotidiano. Com humor, delicadeza e uma boa dose de romantismo, a sessão passeia por diferentes paisagens e sensibilidades brasileiras, revelando a beleza dos pequenos gestos, dos afetos desmedidos e das experiências que fazem da vida uma aventura tão absurda quanto fascinante.

Tarde No Planeta (SP)
Dir: Julia Tonon
2025 SP
Duração: 5:03
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Um menino sente a sombra de uma catástrofe ambiental irreversível se aproximar. No silêncio do quintal de sua casa, ele escolhe passar o último dia antes que o mundo se transforme para além de qualquer reconhecimento ao lado de sua mãe. Guiado pela poesia, Tarde no Planeta é uma meditação sobre o peso que atribuímos à ideia de finitude e sobre nossa relação precária com o mundo mais-que-humano. Inspirado no romance homônimo de Leonardo Piana.
Filme-Copacabana (RJ)
Dir: Sofia Leâo
2025, RJ
Duração: 12:20
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Uma jovem senta-se em uma cadeira de praia em uma calçada movimentada de Copacabana e, como se estivesse diante de uma tela de cinema, assiste ao que está a sua frente: uma sinfonia urbana tropical.
Recife Tem Um Coração (RN)
Dir: Rodrigo Sena
2026, RN
Duração: 20:00
Classificação Indicativa: 10 anos
Sinopse: Silvio Silva, conhecido como um fenômeno da música brega em Recife, Brasil, está fazendo uma transmissão ao vivo com seus seguidores para comprar uma caixa de som nova.
Bregueragem (BA)
Dir: Daniel Arcades
2025 BA
Duração: 17:21
Classificação Indicativa: 12 anos
Sinopse: Uma noite numa casa de seresta. Junto a Francisco, um romântico apaixonado pelo brega, revelam-se histórias, emoções, personagens e elementos ultrarromânticos visíveis e invisíveis à noite. O universo brega como um tratado de poesia, cor, cheiro e som numa noite cheia de romantismos, com versos de poetas como Álvares de Azevedo e de cantores da noite como Paulo Humildes. Um curta para sair da sala, sentar no bar e amar, mesmo que signifique sofrer.
Assista aqui uma conversa com os realizadores desta sessão: